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Motoristas da Transdev e Ave Mobilidade em greve amanhã

As empresas, que têm atividade nos concelhos de Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão e Trofa, publicaram um aviso online a dar conta da greve.

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Esta sexta-feira, estão previstos transtornos na circulação de transportes públicos rodoviários na rede explorada pela Transdev e pela Ave Mobilidade, devido à greve que está convocada para o período das 00h00 às 23h59. As empresas, que têm atividade nos concelhos de Santo Tirso, Vila Nova de Famalicão e Trofa, publicaram um aviso online a dar conta da greve.

O Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos do Norte (STRUN) enviou um pré-aviso de greve para as empresas do grupo Transdev, que, além de amanhã, se deverá repetir a 6 de fevereiro.

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Em comunicado, o STRUN fala de “arrogância” e “falta de cedência da administração das empresas”, nas reivindicações dos trabalhadores, entre as quais “aumentos salariais a partir de janeiro de 2023 na mesma percentagem do salário mínimo nacional, ou da inflação, aquela que for mais favorável aos trabalhadores, como vão receber os trabalhadores das empresas filiadas na ANTROP [Associação Nacional de Transportes de Passageiros]”, o “horário de almoço entre as 11h00 e as 14h30, mínimo uma hora, máximo três horas” e um “horário de jantar entre as 19:30 e as 22:00” e o pagamento do pequeno-almoço para “quem inicia serviço antes das 06h00”.

Além disso, reivindicam que o local de trabalho deve ser “aquele para onde o trabalhador foi contratado e não pode rodar para outro mesmo que diste a mesma distância casa-trabalho”, e os trabalhadores, “sempre que na hora de almoço ou jantar estejam deslocados do seu local de trabalho”, devem ter “direito ao almoço ou jantar em deslocado”. Pretendem também “acumulação do subsídio de alimentação com almoço ou jantar em deslocado ou penalizado” e não aceitam receber o “subsídio de complemento de condutor”, pretendendo manter o “subsídio de agente único com a sua redação anterior”.

Ainda segundo o STRUN, os trabalhadores “não aceitam qualquer intervalo com duração inferior a uma hora” e “exigem que as escalas de serviço sejam fixadas em papel nos locais de trabalho”.

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